O
ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, desembarcou, hoje, em São
Luís, para participar da solenidade matrimonial da filha do empresário
Fernando Sarney, neste sábado, e deverá aproveitar sua passagem por São
Luís, durante o final de semana, para definir com a cúpula do governo e
do PMDB o nome do candidato que vai representar o grupo na sucessão
estadual de 2014.

Segundo apurou o Jornal Pequeno, junto a fontes fidedignas do governo, Lobão tem declarado a amigos mais próximos que não pretende disputar o governo do estado, mas ainda não veio a público oficializar a desistência em favor do secretário de Infraestrutura, Luís Fernando Silva, que já vem percorrendo o interior do Maranhão.
Conforme
aliados do governo, existe um entendimento dentro grupo de que a demora
em definir o candidato estaria prejudicando os pretendentes que apoiam o
governo e por este motivo pressionam a cúpula peemedebista e a
governadora Roseana Sarney a ‘bater o martelo’ definitivamente em favor
Luís Fernando, para que nas próximas pesquisas apareça apenas o nome
dele no questionário.
O líder do
governo na Assembleia Legislativa, deputado César Pires, por exemplo,
acredita que a indefinição tem prejudicado a identidade do pré-candidato
do grupo Sarney junto ao eleitorado, e neste sentido ele entende que se
torna urgente a indefinição.
“No meu
entendimento, essa indefinição prejudica a identidade do nosso candidato
com o povo e cria a impressão de que sempre estamos atrás nas pesquisas
de opinião pública. Creio que tão logo seja definido o nome do nosso
grupo, ficará mais fácil para mim e para os demais companheiros procurar
buscar essa identidade do nosso representante na sucessão com o
eleitor”, defende Pires.
Nos
bastidores da sucessão são fortes os comentários de que o senador José
Sarney, nos últimos dias, pediu por diversas vezes que Lobão fosse o
candidato, mas ele teria declinado da missão. Por este motivo, a cúpula
dirigente do PMDB quer confirmar o mais breve possível o nome que terá a
responsabilidade de manter o grupo no poder ou passar o comando para
oposição em 2014.
Para o presidente do
diretório municipal do PMDB, deputado Roberto Costa, deve haver a
definição imediata, para, segundo ele, facilitar o trabalho do grupo e
dar musculatura política ao escolhido. “Precisamos decidir isso agora
porque a união em torno do candidato a governador sempre foi a marca do
nosso grupo, além do mais, precisamos botar o bloco na rua”, defendeu.
(Jornal Pequeno)
Nenhum comentário:
Postar um comentário